quinta-feira, 30 de abril de 2009

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Sobra um tempinho entre as aulas e cá estou eu, novamente, postando pautas. Gente, depois que meu computador chegar, na semana que vem, esta temporada penosa acaba. Isso posto, vamos às pautas:
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Policia na rede (título infame...)
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Os Policiais Militares de Salvador estão se matriculando em cursos on-line para pleitear gratificações e outros benefícios. Ao acumular um número mínimo de horas-aula referentes a treinamentos digitais, os policiais recebem certificação e incentivos financeiros como estímulo à formação contínua. Que cursos são oferecidos? Qual a “premiação” respectiva? Como é feito o controle de participação? Há avaliações formais do conteúdo? Quantos policiais estão inscritos? Qual o retorno desejado? Como as turmas receberam a novidade? Há algum tipo de auxílio para o policial que domine pouco as ferramentas informatizadas? A corporação oferece acesso à internet aos policiais que não têm computador em casa?
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Crescimento da produção de Videomakers em Salvador (inclusive de obras filmadas em celular)
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Procurar equipe do Bahia Film Commission (http://www.bahiafilmcommission.com/). Há uma estudante da 2 de Julho atuando lá – Alessandra Pastore.
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Violência nos ônibus metropolitanos. Cadê as câmeras?
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Mesmo após a instalação de câmeras de vídeo nos ônibus, os índices de assaltos aos veículos não caíram. Isso porque o equipamento registra as cenas, mas não transmite as cenas em tempo real para as centrais de polícia. É possível fazer essa transmissão? O que precisa para isto acontecer? Mesmo sem os takes em tempo real, por que não se escuta falar no reconhecimento posterior dos assaltantes por meio das imagens?
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Carência de Oficiais de Justiça em Salvador
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Responsável por executar ordens judiciais; realizar, pessoalmente, as diligências de seu ofício; lavrar termos e fornecer certidões referentes aos atos que praticar; convocar pessoas idôneas para testemunhar atos de sua função; estar presente às audiências, quando solicitado; e coadjuvar o juiz na manutenção da ordem, o Oficial de Justiça é uma das principais “pontes” entre o poder judicial e as pessoas físicas e jurídicas. Sem ele, boa parte das comunicações e atos oficiais fica prejudicada, já que não é qualquer pessoa que pode executar as tarefas. Tem que haver preparo e autorização. Os oficiais são, inclusive, selecionados via concurso público. Há também sérios riscos ligados à função (ver: http://oglobo.globo.com/cidades/sp/mat/2009/04/25/assassinato-aumenta-medo-de-oficiais-de-justica-em-sao-paulo-755435574.asp).
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A estimativa é de que faltem pelo menos 3.600 Oficiais de Justiça em todo o Estado, o que torna a Justiça ainda mais vagarosa (a de Salvador foi considerada, em 2008, a mais lenta do País).
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Esse déficit se confirma?
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Há previsão para novos concursos ou para chamada de aprovados?
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Qual a remuneração média?
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O que a carência de OJ acarreta para os baianos?
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Opa! Tempo esgotado. Durante o feriado posto mais, a partir de internet café.
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Abraços!
C.Pantoja

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Olá caríssimos!

Sem computador em casa, o jeito é ir postando “rapidola”, no intervalo entre as aulas. Abaixo, seguem algumas sugestões de pauta:

Moda outono/inverno em Salvador

A proposta é mostrar o grande número de peças de inverno (para um frio bem rigoroso mesmo) nas lojas de Salvador. Mesmo que se considere a possibilidade de haver quem viaje e necessite das peças em outros lugares, o número de casacos e peças de lã (!!!) é enorme, o que sugere que as lojas realmente apostam na compra de vestuário de frio pelos soteropolitanos.

Há boa saída para as peças ou elas ficam “encalhadas” e são repassadas às lojas do Sul e Sudeste?
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Quem adquire as roupas?

Considerando o preço da coleção outono/inverno, a aquisição seria uma espécie de “fetiche”? Um modo de ostentação?

O texto deve frisar ao máximo a incoerência entre a temperatura local e os detalhes do forramento das peças (que deixam os casacos mega-ultra-hiper quentes)

Sugestão: o(a) repórter(a) pode acompanhar alguém aos provadores e fotografar o(a) “modelo” com algumas peças citadas na matéria.


Onde está o PAC?
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Muito se escuta falar no Plano de Aceleração do Crescimento, porém, salvo pela promessa de construção de um milhão de casas (no Brasil todo e sem prazo definido para ocorrer), o PAC continua num misterioso limbo.
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Existem outras obras já sendo desenvolvidas na Bahia?
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Há pelo menos previsão para que isto ocorra?
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Que regiões brasileiras já foram ou serão beneficiadas? Há equilíbrio na divisão dos recursos entre elas?
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A crise para não economistas
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O repórter pode fazer uma rápida enquete com “populares” (argh, expressão horrível) sobre a crise, de forma a chamar a atenção para o desconhecimento generalizado sobre as causas, evolução e principais conseqüências da turbulência mundial. Depois, de maneira bem didática, deve tentar esclarecer as principais dúvidas dos entrevistados.
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Sugestão: podcast ou vídeo.
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Especial – Escola Nota Zero (nome a ser discutido)
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Série apresentada semanalmente, produzida sempre pelo mesmo repórter, retratando os problemas da escola pública baiana.
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A cada sete dias, um estudante do Ensino Médio atuaria como “anfitrião”, recebendo a equipe do FOLHA na escola e apresentando a problemática selecionada.
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Temas sugeridos:
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* Estrutura física das escolas
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* Carência de um sistema eficiente de gestão dos recursos
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* Número de professores x número de estudantes
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* Qualificação dos docentes (incluindo remuneração)
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* Formas de avaliação e aprovação dos estudantes
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* Violência nas escolas
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* Tipo de merenda oferecida x tipo de merenda recomendada (há nutricionistas responsáveis?)
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* Restrição ao incentivo da prática de esportes
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Obviamente, a Secretaria de Educação, a direção das escolas e os representantes de pais, professores, funcionários e estudantes devem ser ouvidos.
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Opa! Tempo esgotado, vou para sala de aula
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Abraços
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C.Pantoja

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Turminha,

Pró Claudia está doente e volta dentro de uns 2 dias.

Beijo

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Sobre a produção de Flávio:

* Evite o excesso de pronomes demonstrativos e possessivos no texto.

* A Anvisa não proíbe o consumo de medicamentos, ela intervém nas vendas e faz recomendações aos usuários.

* Nada de parênteses dentro de parênteses.


Abraços,

C.Pantoja

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Caros repórteres

Novamente: sempre que possível, utilizem em títulos verbos no presente.
Sugestão de pauta

Curso de musicalização infantil do projeto MUSICALIZAR, um projeto de extensão da UFBA, coordenado pela profa. Angelita Broock Schultz.

Objetivos da aula, de acordo com a profª Angelita:

Auxiliar na relação afetiva entre os pais e seus filhos.

Estimular as competências e habilidades musicais.

Proporcionar aos pais elementos que podem ser trabalhados facilmente em casa, com o intuito de reforçar os conteúdos aprendidos em aula e propiciar um elemento a mais na relação entre pais e filhos.

Transmitir o conhecimento musical através do canto, movimento, criação, improvisação e execução musical para crianças da comunidade e suas famílias.

Desenvolver a percepção musical das crianças.


FONTES:
http://musicalizar.blogspot.com/
http://www.orkut.com.br/Main#FullProfile.aspx?rl=pcb&uid=2896458357745315581