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Sobra um tempinho entre as aulas e cá estou eu, novamente, postando pautas. Gente, depois que meu computador chegar, na semana que vem, esta temporada penosa acaba. Isso posto, vamos às pautas:
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Policia na rede (título infame...)
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Os Policiais Militares de Salvador estão se matriculando em cursos on-line para pleitear gratificações e outros benefícios. Ao acumular um número mínimo de horas-aula referentes a treinamentos digitais, os policiais recebem certificação e incentivos financeiros como estímulo à formação contínua. Que cursos são oferecidos? Qual a “premiação” respectiva? Como é feito o controle de participação? Há avaliações formais do conteúdo? Quantos policiais estão inscritos? Qual o retorno desejado? Como as turmas receberam a novidade? Há algum tipo de auxílio para o policial que domine pouco as ferramentas informatizadas? A corporação oferece acesso à internet aos policiais que não têm computador em casa?
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Crescimento da produção de Videomakers em Salvador (inclusive de obras filmadas em celular)
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Procurar equipe do Bahia Film Commission (http://www.bahiafilmcommission.com/). Há uma estudante da 2 de Julho atuando lá – Alessandra Pastore.
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Violência nos ônibus metropolitanos. Cadê as câmeras?
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Mesmo após a instalação de câmeras de vídeo nos ônibus, os índices de assaltos aos veículos não caíram. Isso porque o equipamento registra as cenas, mas não transmite as cenas em tempo real para as centrais de polícia. É possível fazer essa transmissão? O que precisa para isto acontecer? Mesmo sem os takes em tempo real, por que não se escuta falar no reconhecimento posterior dos assaltantes por meio das imagens?
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Carência de Oficiais de Justiça em Salvador
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Responsável por executar ordens judiciais; realizar, pessoalmente, as diligências de seu ofício; lavrar termos e fornecer certidões referentes aos atos que praticar; convocar pessoas idôneas para testemunhar atos de sua função; estar presente às audiências, quando solicitado; e coadjuvar o juiz na manutenção da ordem, o Oficial de Justiça é uma das principais “pontes” entre o poder judicial e as pessoas físicas e jurídicas. Sem ele, boa parte das comunicações e atos oficiais fica prejudicada, já que não é qualquer pessoa que pode executar as tarefas. Tem que haver preparo e autorização. Os oficiais são, inclusive, selecionados via concurso público. Há também sérios riscos ligados à função (ver: http://oglobo.globo.com/cidades/sp/mat/2009/04/25/assassinato-aumenta-medo-de-oficiais-de-justica-em-sao-paulo-755435574.asp).
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A estimativa é de que faltem pelo menos 3.600 Oficiais de Justiça em todo o Estado, o que torna a Justiça ainda mais vagarosa (a de Salvador foi considerada, em 2008, a mais lenta do País).
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Esse déficit se confirma?
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Há previsão para novos concursos ou para chamada de aprovados?
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Qual a remuneração média?
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O que a carência de OJ acarreta para os baianos?
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Opa! Tempo esgotado. Durante o feriado posto mais, a partir de internet café.
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Abraços!
C.Pantoja
quinta-feira, 30 de abril de 2009
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